Protesto político
Ônibus com manifestantes contra Tarcísio é abordado em Mogi Mirim após ato em Amparo
Material contra Tarcísio foi encontrado no ônibus com ocupantes de Rio Claro. Cartazes trazia a frase “Fora Tarcísio e seu exército de assassinos”
Publicado em
28/08/2026 às 18:41
Atualizado em
Manifestantes que participaram de um ato contra o governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas (Republicanos), em Amparo, foram abordados pela Polícia Militar em dois episódios após deixarem a cidade nesta sexta-feira (28).
O primeiro caso envolveu um ônibus com ocupantes de Rio Claro, abordado por equipes do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) no km 8 da SPI-054/147, o Anel Viário Prefeito Jamil Bacar, em Mogi Mirim.
Durante a fiscalização, segundo as informações apuradas pelo Portal da Cidade Mogi Mirim, alguns ocupantes teriam jogado sacos plásticos e outros objetos pelas janelas e gritado contra os policiais.
No ônibus foram encontrados materiais gráficos contrários a Tarcísio. Um dos cartazes trazia a frase “Fora Tarcísio e seu exército de assassinos”, além das mensagens “Rio Claro SP diz não!” e “Rio Claro SP tem voz, tem memória e decide”.
Cerca de 35 pessoas, incluindo menores de idade, foram levadas à CPJ (Central de Polícia Judiciária) para prestar esclarecimentos. Após serem ouvidas, todas foram liberadas.
Segundo caso
Em outro episódio, cinco pessoas que também haviam participado da manifestação foram abordadas pela Polícia Militar na SP-095, em Jaguariúna. Segundo informações divulgadas pelo Jornal Regional Digital.
Durante a fiscalização, os policiais constataram irregularidade na documentação do veículo, que acabou retido.
Os cinco ocupantes passaram por consulta nos sistemas policiais. Apesar de haver registros anteriores relacionados a diferentes ocorrências, não foram encontradas pendências judiciais ou mandados em aberto. Todos foram liberados.
Agenda do governador
Tarcísio esteve em Amparo nesta sexta-feira para compromissos de campanha, incluindo uma visita à Barragem Duas Pontes.
Durante a agenda, manifestantes se reuniram com faixas e cartazes e gritaram palavras de ordem contra o governador e sua candidatura à reeleição.
A manifestação política pacífica e a crítica a candidatos são permitidas pela legislação. Eventuais irregularidades no conteúdo ou na identificação dos materiais distribuídos dependem de análise das autoridades competentes.
Nos dois episódios, não houve prisão dos manifestantes.
Fonte: Portal da Cidade Mogi Mirim
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