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Causa

Mais de 40 animais são resgatados com sinais de maus-tratos na Santa Luzia

Após denúncias anônimas, foi realização uma ação conjunta liderada pela equipe do delegado Bruno Lima e apoio do BEA, da GCM e da vereadora Dani Amoedo

Publicado em 23/01/2025 às 15:45
Atualizado em

(Foto: Cláudio Felício)

(Foto: Cláudio Felício)

(Foto: Cláudio Felício)

(Foto: Cláudio Felício)

(Foto: Cláudio Felício)

(Foto: Cláudio Felício)

Na manhã desta quarta-feira (23) um total de 42 animais (cães e gatos), que viviam em possível situação de maus-tratos, foram resgatados de uma residência na região da Santa Luzia.

Por meio de uma denúncia anônima, foi organizada uma ação conjunta, que contou com a participação do embaixador da Ong "Cadeia para Maus-Tratos, Josias Di Martini e sua equipe, representando o deputado federal, delegado Bruno Lima, da veterinária do BEA (Bem Estar-Animal), Suzi e a Apra. Associação Protetora Recanto dos Animais além da GCMs (Guardas Civis Municipais) acompanhados do comandante César Francisco, dos bombeiros da Defesa Civil, juntamente com o comandante Luiz Roberto Di Martini, de protetores de animais e a vereadora, a veterinária Dani Amoedo Campos (PP).

No local, morava apenas uma mulher e foi constatada uma casa suja com restos de alimentos e fezes dos animais, com instalações precárias e insalubres. Foram apreendidos 38 cães, sendo seis filhotes, além de quatro gatos.

Os veterinários presentes na ação, segundo consta do boletim de ocorrência, estavam debilitados e tiveram que ser acolhidos no BEA, para os devidos cuidados.

Testemunhas informaram que a mulher faz a adoção dos animais de rua, mas ela não tem condições de cuidar e a situação fica cada vez mais precária.

A Polícia Civil foi acionada para constatação dos fatos, mas como os cães e gatos já tinham sido removidos e o local considerado prejudicado, não foi possível constatar o flagrante, de acordo com o boletim de ocorrência.

À polícia, a dona do imóvel negou maus-tratos aos animais, alegando que compra alimentação para todos os cães e doações e também recebe doações. Segundo ela, os animais dormem dentro de casa porque ela temia que eles fossem envenenados.

A mulher é acompanhada pela equipe de assistência social do Município devido a problemas de saúde física e mental. Após o registro da ocorrência, ela foi encaminhada para a Santa Casa para atendimento médico.

O caso foi encaminhado para possível instauração de inquérito policial.



Fonte: Portal da Cidade Mogi Mirim

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