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Brasil, país do futebol, samba e vinho

Consultor da MIOLO Wine Group, Lourenço Pedrotti, esteve na Associação Comercial e Industrial de Mogi Mirim (ACIMM) apresentando cinco rótulos da empresa

Postado em 19/11/2020 às 15:05

Consultor da MIOLO Wine Group, Lourenço Pedrotti, esteve na Associação Comercial e Industrial de Mogi Mirim (ACIMM) apresentando cinco rótulos da empresa (Foto: Divulgação)

Consultor da MIOLO Wine Group, Lourenço Pedrotti, esteve na Associação Comercial e Industrial de Mogi Mirim (ACIMM) apresentando cinco rótulos da empresa (Foto: Divulgação)

O Brasil não é mais o país do samba, futebol e cerveja. Agora, o vinho também tem lugar garantido na mesa do brasileiro e a pandemia colaborou bastante para que este gosto se acentuasse ainda mais durante o período. Os vinhos nacionais ganharam terreno e, hoje, nem mesmo o calor é motivo para que os brasileiros deixem de comemorar algumas situações com um bom vinho nacional. 

Quem garante tudo isso é o consultor da MIOLO Wine Group, Lourenço Pedrotti, que esteve na Associação Comercial e Industrial de Mogi Mirim (ACIMM) apresentando cinco rótulos da empresa no Espaço Gourmet “Luiz Antonio Guarnieri”, que foi entregue oficialmente na última terça-feira, 17. O local será destinado a cursos da área gastronômica e foi concebido para atender a estabelecimentos do setor em cursos de capacitação e aprimoramento.

Pedroni revela que o vinho jamais será o concorrente da cerveja, e considera duas situações distintas. “As pessoas já não ligam mais para essa questão da temperatura externa, afinal, você tem os vinhos brancos, tem os espumantes que você pode consumir numa temperatura mais baixa. Agora, são gostos: tem gente que prefere a cerveja e tem quem prefira o vinho. Tudo é muito relativo”, disse.

Nas regiões mais quentes, como é o caso de Mogi Mirim, as pessoas preferem a cerveja. Mesmo assim, ele lembra que falta o consumidor descobrir o vinho branco ou mesmo o espumante para os dias mais quentes. Já para os dias mais frios, o vinho tinto é a pedida ideal. Para ambientes com ar condicionado, a bebida também tem espaço garantido. Tudo vai do consumidor.

Apresentar rótulos de excelente qualidade já não é mais privilégio de países como Argentina e Uruguai. De acordo com o consultor da MIOLO, o crescimento interno é recente, mas há 30 anos a empresa que representa vem oferecendo ao mercado vinhos tão bons quanto aqueles produzidos no exterior. “Os vinhos importados ajudaram bastante, pois eles abriram o mercado e despertaram no consumidor o interesse pela bebida. Isso fez com que a qualidade do vinho nacional melhorasse ainda mais”, apontou.

Apesar da falsa ideia de que os vinhos importados são melhores que os nacionais, o profissional rebate e garante que o Brasil já possui rótulos equivalentes e até melhores que os importados. ”O vinho brasileiro vem ganhando cada vez mais espaço. Depois que a pessoa prova e confere o padrão de qualidade, acaba optando pelo vinho nacional”, destacou.


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